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sábado, 14 de março de 2015

SEMANA DA MULHER - 13/03/2015

               
Profª Vera Lucia dos Santos
Profª Eni Carreira
Profª Shirlei
Profª Marcia Lins
Profª Lilian Barboza






quinta-feira, 12 de março de 2015

DISCIPLINA: METODOLOGIAS E DIDÁTICA PORTUGUÊS / MATEMÁTICA

PROFª ENI CARREIRA



APRESENTAÇÃO: Leitura do livro de PCN da Língua Portuguesa /Matemática e Didática 2º ANO - 11/03/2015






quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Disciplina : Metodologias de História
 Profª Sheila 

 APRESENTAÇÃO DE SEMINÁRIO (17/09/2014)
 TEMA:  LIVRO DIDÁTICO E PARADIDÁTICO                                                                                                                       


 



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Didática: Fundamentos da Ed. Infantil
Profª Tanara
Aula 12/08/014

                                  
                                                                             







segunda-feira, 2 de junho de 2014

SEMINÁRIO: FASES DE MATURAÇÃO DE PIAGET
DISCIPLINA: PSICOLOGIA NA EDUCAÇÃO
PROFª SILVANA GONDIM  -  30/05/2014


Alunos: Cristina, Profª Silvana. Thiago, Iris, Thalita, Maria Gorety, Flavia, Jaqueline





PLANO DE AULA

Tema: Resgatando a Literatura de Cordel
Fase: 12 anos em diante  ( Período : Operações - formais )
Tempo de duração: 1 mês

OBJETIVO:
* Resgatar a literatura de cordel para promover uma reflexão sobre a importância da cultura brasileira
* Aproximar os estudantes da cultura nordestina e reconhecer o valor de produções populares
* Mostrar a riqueza poética da literatura de cordel e sua origem
* Desenvolver nos alunos o gosto pela produção artística e a criatividade  
* Incentivar a oralidade e a produção de ilustrações
* Despertar o interesse pela leitura e escrita

METODOLOGIA:
  • Pesquisas realizadas pelos educandos relacionadas a origem da literatura de cordel
  • Disponibilizar alguns exemplares de cordel para que os alunos se familiarizem com esse tipo de literatura
  • Leitura coletiva de cordéis e reflexões sobre o que cada autor expressou em seu cordel
  • Usar dicionário para tirar duvidas de palavras desconhecidas. Com os exemplares de cordel, fazer a turma avaliar a quantidade de estrofes e versos, a linguagem , as rimas e a temática.
  • Produção de cordéis pelos educandos
  • Organização de um sarau para apresentações de cordéis feito pelos educandos
RECURSOS DIDÁTICOS:
 * exemplares de cordel e outros tipos de versificação, quadro branco, pincel, apagador,barbante, pregadores de roupas, papel, lápis, giz de cera, bandejas de isopor, tinta acrilex para artesanato, rolinho, video relacionado a literatura de cordel

AVALIAÇÃO: Participação dos educandos nas aulas, criatividade na elaboração dos cordéis, apresentação das atividades propostas, habilidades nas apresentações do sarau.













                                     



SEMINÁRIO: FASES DE MATURAÇÃO DE PIAGET
DISCIPLINA: PSICOLOGIA NA EDUCAÇÃO
PROFª SILVANA GONDIM  -  23/05/2014



Alunas: Erika, Maiara, Profª Silvana, Márcia, Jurema, Leticia, Lilian






INTRODUÇÃO: Um dos compromissos do professor , quanto a aprendizagem nos anos iniciais da alfabetização tem que ser forma criativa e significativa, despertar nas crianças o gosto pela leitura e escrita e conseguir atender as necessidades daquilo que viveram ou vivem, influenciando-os para um processo de conhecimento através da leitura e suas respectivas escritas. " O conto de fadas faz com que a fantasia se torne verdade", sendo assim abrem as portas para um mundo imaginário que nos mostra realidade dos conflitos, valores, questões universais da condição humana, os contos de fadas são fontes de extrema. A historia proporciona a criança viver alem da sua vida imediata, vivenciar outras experiências quem ouve, tem a possibilidade de reconstituir internamente a historia própria emoções , sensações e visão de mundo. Sendo assim este trabalho tem como objetivo trabalhar os contos de fadas de forma lúdica proporcionando aos alunos um momento não só de aprendizado, mais de diversão e fantasia.

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PLANO DE AULA

Tempo de duração:  15 aulas

Fase: Operações-concretas (7 a 11 anos )

Idade: 8 anos

CONTEÚDO: - Língua Portuguesa - literatura infantil (contação de historia) , com temas envolvendo auto-identificação- hábitos da vida diária e orientação espacial

OBJETIVO GERAL: Tem como objetivo ser uma aula motivadora para as atividades de estimulação do desenvolvimento da imagem e domínio do esquema corporal, habilidade básica da alfabetização, pois a criança localiza coisas, seres e acontecimentos que tem do seu corpo e de se situar no tempo e no espaço.

OBJETIVO ESPECIFICO:
* Estimular a capacidade criativa e enriquecer a imaginação
* Traçar relações entre o mundo mágico e o mundo real
* Familiarizar-se com sua identificação
* Trabalhar o esquema corporal, e compreender os órgãos dos sentidos e as partes do corpo
* Assimilar e compreender sua orientação espacial
* Identificar os membros de sua família
* Desenvolver a independência , a autoconfiança e auto-estima
* Desenvolver e participar da organização da rotina diária

DESENVOLVIMENTO:
" Contação da História" - Patricia no mundo encantado da fantasia
Era uma vez uma menina que se chamava Patrícia que morava com sua família. Estudava pela manhã, tinha que levantar muito cedo, gostava da escola e todos gostavam dela. Gostava também de brincar e assistir filmes na TV até tarde da noite . No outro dia quase não conseguia prestar atenção à aula. Na noite em que foi assistir “Alice no País das Maravilhas”, o filme terminou muito tarde da noite, foi dormir assim que acabou e teve um sonho fantástico. Estava em um mundo encantado de um reino muito distante. Lá havia fadas, bruxas, sapos encantados, flores, borboletas e passarinhos, um lindo sol, um castelo, princesa e um príncipe. Foi conhecer junto com um a fada tudo que havia de maravilhoso e quando percebeu era muito tarde e precisava acordar para ir prá escola. Só que não sabia onde morava, o endereço, o telefone, o nome completo dos pais, o dia que nasceu… nada! “Somente “Seu Corujito” uma corujinha que tudo sabia e era também mágica lhe falou da importância de se saber tudo sobre si mesmo e de seu mundo para não ter problemas e se mais feliz”. Fez uma mágica: fez Patrícia dormir e quando ela acordou estava em sua cama. Patrícia acordou e estava atrasada para a escola. Contou pra sua mãe que teve um sonho muito lindo e muito importante, pois descobriu que precisava saber tudo sobre sua vida, e que ao chegar à escola já começaria a descobrir e aprender isso.

1- Roda de conversa , oralmente as crianças explanarão sobre a história contada e seu entendimento sobre o mesmo. Fazendo associações de fatos e acontecimentos com o mundo real.
Gostaram? Por que Patricia num sonho tão maravilhoso ficou preocupada com o tempo e queria voltar?
Vocês acham que isso pode acontecer na vida real? É importante saber onde mora, quem que a gente é, saber sobre nossa vida, nosso mundo nosso corpo? ( aqui deixar os alunos fazerem relatos de suas experiências em situações semelhantes a que a personagem viveu). Já ficaram perdidos , e sabiam como encontrar seus pais?
2- Cada aluno apresenta na sala a tarefa anterior, mostrando o porquê do seu nome , significado, e se gostam etc.
3- Atividade: Com a xerox da certidão cada criança irá preencher a sua ( folha xerocada)
4- Atividade: Formar frases com alguns personagens da história.

RECURSOS: painel montado com conto " Patricia no mundo encantado da fantasia", lápis, sulfite ....

AVALIAÇÃO: Será avaliada a participação, envolvimento, organização dos alunos, alguns dos objetos propostos serão avaliados através de trabalhos selecionados para portfolio individual do aluno. 

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Planejar aulas tendo como meta um objetivo maior do que os rotineiros alimenta a vontade de ensinar e estimula o planejamento de novos projetos. Aulas bem planejadas levam ao engajamento da escola e da comunidade e fazem a diferença no aprendizado de qualquer estudante. Planejar uma aula é pensar, refletir quais procedimentos devemos tomar na prática.

                                                                        ***************************************          MENSAGEM: Ser professor é... Construir castelos.Não só castelos mágicos, belos e grandiosos. Mas castelos fortes, com bases firmes. Capazes de resistir ao tempo, as tempestades, às guerras e os conflitos. É ser capaz de enxergar longe. Ver além do que se possa imaginar. É sentir e esperar sempre... que tudo embora não seja perfeito. Transforma-se em coisas belas, significantes e edificantes. Ser professor é acalentar sonhos. Realizar desejos, mostrar caminhos. Partilhar alegrias... conviver com as tristezas. Transformar planos em realidade.É ver nas entrelinhas. Buscar o que está lá no fundo guardado... trancado, acanhado e transforma-lo...em grandes conquistas e realizações. O professor semeia e constrói um mundo... de magia, beleza e conhecimento.beleza, sonhos e conhecimento.  




SEMINÁRIO: FASES DE MATURAÇÃO DE PIAGET
DISCIPLINA: PSICOLOGIA NA EDUCAÇÃO
PROFª SILVANA GONDIM  -  23/05/2014



PLANO DE AULA

Fase: Período Pré-Operatório
Idade: 4 anos
Duração: 1 semana

OBJETIVO:
* Linguagem, socialização
* Estimular o desenvolvimento motor
* Melhorar a auto-estima
* Experiências de aprendizagem
* Desenvolvimento cognitivo
* Desenvolver a comunicação, expressividade
* Apresentar uma atividade lúdica
* Enriquecer o vocabulário

METODOLOGIA:
A professora vai levar um cenário pré-montado, faltando apenas as três casinhas.
Fazer uma roda com os alunos e contar a historia dos " Três Porquinhos".
Na sequência iniciar uma conversa informal propondo a recontagem de acordo com que as crianças entenderam. Depois da recontagem iniciaremos a confecção das casinhas: sendo, uma de madeira, uma de palha e outra de tijolos, ao som da música.
Ao terminar de confeccionar as casinhas faremos a colagem das mesmas no cenário.

RECURSOS DIDÁTICOS: cartolina, cola, palitos de sorvete, papel veludo, CD com músicas infantis, livro
" Três Porquinhos"

AVALIAÇÃO: Avaliar se foi direcionado corretamente um pensamento simbólico, como cada criança absorveu o que foi passado, observando como se desenvolveram sua criatividade, participação e interação, através do que foi proposto.

                                                


quinta-feira, 1 de maio de 2014

Hoje é dia Teatro \O/

 #Facul #SemanaCultural#Terezinha e Gabriela





Teresinha e Gabriela
                                                                                                         Ruth Rocha

Gabriela menina, Gabriela levada.
Ô, menina encapetada…
Gabriela sapeca:
– Menina, como é que você se chama?
– Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam Gabriela.
Gabriela serelepe:
– Menina, para onde vai essa rua?
– A rua não vai, não, a gente é que vai nela.
Gabriela na escola:
– Gabriela, quem foi que descobriu o Brasil?
– Ah, professora, isso é fácil, eu só queria saber quem foi que
cobriu.
Gabriela não deixava a professora em paz:
– Professora, céu da boca tem estrelas?
– Professora, barriga da perna tem umbigo?
– Professora, pé de alface tem calos?
Gabriela era quem inventava as brincadeiras:
– Vamos brincar de amarelinha?
Todo mundo ia.
– Vamos brincar de pegador?
Todos concordavam.
Todos queriam brincar com Gabriela.
Foi aí que mudou, para a mesma rua da Gabriela, a Teresinha.
Teresinha loirinha, bonitinha, arrumadinha.
Teresinha estudiosa, vestida de cor-de-rosa.
Teresinha.
Que belezinha…
Os amigos vinham contar a Gabriela:
– Teresinha tem um vestido com rendinha.
– Teresinha tem uma caixinha de música.
– Teresinha tem cachos no cabelo.
Gabriela já estava enciumada:
– Grande coisa, cachos! Bananeira também tem cachos!
Gabriela não queria nem ver Teresinha:
– Menina enjoada, não sabe correr, não suja o vestido, só vive
estudando. Deus me livre!
– Mas ela é boazinha — os meninos diziam.
– Boazinha, nada! Ela é sonsa.
– Mas você nunca falou com ela, Gabriela.
– Não interessa. Não falei e não gostei, pronto!
Mas Gabriela já estava impressionada, de tanto que falavam da Teresinha.
E Gabriela começou a se olhar no espelho e achar o seu cabelo muito sem
graça:
– Mamãe, eu queria fazer cachos nos cabelos.
– Mamãe, eu queria um vestido cor-de-rosa.
– Mamãe, eu queria uma caixinha de música.
E Gabriela começou a se modificar.
Na escola, no recreio, Gabriela não pulava corda e nem brincava de
esconde-esconde.
Ficava sentadinha,quietinha, fazendo tricô.
De tarde, Gabriela não ia mais brincar na rua para não sujar o vestido.
E, à noite, muito em segredo, Gabriela enchia a cabeça de papelotes para
encrespar os cabelos.
Os amigos vinham chamar Gabriela:
– Gabriela, vamos andar de bicicleta?
– Agora eu não posso — respondia Gabriela. — Preciso ajudar a mamãe.
A mamãe de Gabriela estranhava:
– Que é isso, menina? Você não tem nada para fazer agora.
E Gabriela, com ares de gente grande, respondia:
– Eu já estou crescida para essas brincadeiras…
E Teresinha?
O que é que estava acontecendo com Teresinha?
Teresinha só ouvia falar de Gabriela:
– Gabriela é que sabe pular corda.
– Gabriela usa rabo-de-cavalo para o cabelo não atrapalhar.
– Gabriela só usa calças compridas.
Teresinha respondia com pouco-caso:
– Que menina mais sem modos! Deus me livre…
Mas, quando as crianças saíam, Teresinha pedia:
– Mamãe, eu quero umas calças compridas.
E, no fundo do quintal, Teresinha treinava, pulando corda e amarelinha,
para ir brincar na rua, como Gabriela.
E, na primeira vez que as duas se encontraram, a turma nem queria
acreditar.
Gabriela, fazendo pose de moça, cabelos cacheados, sapatos de
pulserinha, vestido todo bordado.
Gabriela empurrando o carrinho da boneca, comportadíssima.
Teresinha pulando sela, assoviando, levadíssima.
As duas se olharam, no começo, desconfiadíssimas.
Depois, começaram a rir porque estavam mesmo muito engraçadas.
Agora, Teresinha e Gabriela são grandes amigas.
Cada uma aprendeu muito com a outra.
Gabriela sabe a lição de história do Brasil, embora seja ainda a campeã
de bolinha de gude.
E Teresinha, embora seja ainda uma boa aluna na escola, já sabia andar
de bicicleta, pular amarelinha, e até já estava aprendendo a fazer suas
gracinhas.
Ontem, quando a professora perguntou a Teresinha:
– Minha filha, o que você vai ser quando crescer?
Teresinha teve dúvidas:
– Vou ser grande, ué!

                


Moral:Podemos concluir assim que a historia da Terezinha e Gabriela transfere para seus leitores, por meios das palavras de Ruth Rocha, a conscientização de que não podemos ter um preconceito de uma pessoas só por aquilo que escutamos falar dela e, além disso, quando nos aproximamos de pessoas com modos diferentes de viver do nosso, podemos ter um grande crescimento pessoal, pois é por meio das diferenças que aprendemos uns com os outros.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

APRESENTAÇÃO SEMINÁRIO DO LIVRO
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
( PAULO FREIRE)
11/04/14
                                                                                                                  
                 
                                               
                             GRUPO 5
Renata, Profª Silvana, Maria Helena, David, Adriana, Heidi, Alessandra, Silvania, Elisabete 





GRUPO 6
Amelia, Profª Silvana, Profª Cristina Jorge, Josilene, Caro, Bianca, Maria Helena, Bruno, David



                                          GRUPO 7
Andreia, Profª Silvana, Ana Amelia, Elisabete, Almerita, David 


                                                                         

sexta-feira, 4 de abril de 2014

APRESENTAÇÃO SEMINÁRIO DO LIVRO
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
( PAULO FREIRE)
04/04/11


GRUPO 1
              
Profª Silvana, Isis, Luzia ,Katia, Josiani, Enil, Miriam, Eugenia, Edna, Solange.                                                                                         

GRUPO 2
              
 Profª Silvana, Flávia, Jaqueline, Talita, Iris, Maria Gorete , Amanda , Cristina. 

                                                                   

GRUPO 3
              
  Profª Silvana, Neide, Lilian, Marcia, Erika, Jurema, Leticia, Maiara. 


GRUPO 4
                                       
                       Débora, Eva, Profª Silvana, Cristiane